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Foi mais ou menos assim
O pomo da discórdia
-Cof! Cof! Cof! -Que é isto Adão? Nunca ouvi esta palavra... o que quer dizer? E estes olhos esbugalhados? Você está ficando todo roxo, vai ser o meu adorável roxinho daqui para a frente? Vivaaaaa! Tudo no início é precário, depois vêm os aperfeiçoamentos. Adão ainda não tinha aquilo roxo como bradou milhares de anos depois, na Ilha de Vera Cruz, um tal Sr. Collor. -Cof! Cof! COF! COF! Cof, cof, coof, coooff, coooffff... coooof... Pimba! e esticou as canelas, a primeira do mundo - nesta época não havia conotação com a morte. -Ah, não sei o que fazer, não temos manual de uso. A amiga rastejante escafedeu-se, será esta a palavra certa? Adãozinho queridinho, cospe esta coisa da sua güela, fala comigo, fala, ah, tô sózinha no meio do mato, não tenho mamãe, nem sogrinha pra chamar, nenhuma cunhada... faaaaalaaa! e ficou Eva repetindo sem parar; seu vocabulário e raciocínio eram de uma criança de 3 anos, 7 meses e 13 dias. -Uga, uga, ga, gaga, uo, uau, sua pele arroxeada, depois azulada, passa a amarelo-laranja e fica vermelha; pletórico, murmura algo ininteligível e fica de cócoras; volta à sua cor natural, qual? Adão põe-se de pé, mãos em concha na boca e serelepe grita aaôôôôôaooôôaoaôôooo... mim Tarzan, o rei da floresta. Eva com um raciocínio de 17 anos disse-lhe que deixasse de ser besta, que ele não era rei de lugar algum, que ali não era mata e sim um jardim, o Paraíso, mas que estava achando-o mais bonito com aquela corcovinha no pescoço e lindo e maravilhoso com a voz máscula que ele estava usando. -Não estou usando voz alguma, ela é minha, você não vê que é por causa desta entalação da fruta que me deu; você não ficou assim, estará para sempre aleijada, rá, cof, cof, rá, rá... Eva pensando como uma mulher de 23 anos diz que ela não pode ter voz grossa, pois é coisa de macho. Sua voz tem que ser delicada, maviosa, como a voz dos anjos, - você sabe, os anjos não tem sexo e entenda que não são afetados, termina. E a uma só voz exclamaram: isto será conhecido como o pomo de Adão !!!!!!! Porque pomo? pergunta Eva. -Peraí, aqui tem um verbete na folha da Árvore do Saber, diz Adão e lhe responde que a palavra significa caroço e que pelo que havia lido numa revista rural era semente de maçã que agora pertencia ao corpo dele para todo o sempre. -Ah, não, acontece que a semente da maçã é muito pequena e renderia no máximo umas verrugas nas cordas vocais. Sua voz seria horrível, você soltaria roncos e grunhidos! Foram folhear uma enciclopédia e descobriram que na verdade o engasgo se dera com o "pseudofruto formado pelo ovário" e não com o receptáculo floral, carnoso e muito desenvolvido, que é a porção comestível de frutos como ex., a maçã, que desceu para o seu destino. -Adão, eu não tinha reparado o seu balancim como o vejo agora. -É, eu também não tinha reparado seu rachadim com estes olhos cobiçosos. -Cobiçosos, será que é a mesma coisa que estou sentindo, bem, não pode ser a mesma coisa, afinal somos diferentes e não pode haver sentimentos iguais. -Mas tem que ser muito parecidos se não estaríamos cada um andando para lados contrários. Não estaria ocorrendo essa atração mútua. Ou você não sente realmente o que penso. Está com o pensamento na cobra? -Cê besta, um bicho frio daquele, com a língua partida no meio, lembra que ela falava meio fanho, pô, pensando em discutir a relação logo agora? -Tudo bem, deixemos para lá, vamos até ao lago azul? -Vamos, mas antes temos que cobrir nossas vergonhas, não fica bem andarmos assim. Pega essa folha de parreira e coloca aí, ah você precisa de duas e grandes. E saíram lado a lado de mãos dadas, passeando os acessórios. Eram 14 e 27 minutos, hora de Greenwich, sol bem alto. -Adãoooonnn! -Eeevaa!! ressoa a voz do oleiro-carpinteiro-marceneiro-neuro-lingüista, onde estão vocês? Aquiiii... -Má tarde! -Boa tarde, diz o mancebo. A manceba ecoa. -Sua voz está grossa meu caro, o que houve, está resfriado? -Argh, é que... sabe... bem... fala para ele Eva... -Não é necessário, já sei o que aconteceu. Estão sentindo frio e por isso estão usando estes cobertores? -Não, é que estamos pelados, nus. -NUUUUUUUSSSSS, e como sabem disto? -Foi a Eva que me falou. -EVAAA... -Senhor, foi a serpente que me enganou. -Cadê a serpente? -Acho que o gato comeu. -Cadê o gato? -Foi pro mato. -Cadê o mato? -Acho que o fogo queimou. -Cadê o fogo? -A água apagou. -Cadê a água? -O Boi bebeu. -Cadê o boi? -Amassando o trigo. -Cadê o trigo? -A galinha espalhou. -Cadê a galinha? -Botando ovo. -Cadê o ovo? -O padre bebeu. -Páara, que não existe padre, começou o jogo de empurra? Trombetas ecoaram o alarido mais estrondoso que poderia ser ouvido por aquelas bandas -Quero aquele ser abjecto aqui imediatamente! E foi achada e trazida segura pelos braços a esperneante serpente, escamas eriçadas, a língua murcha, caída para o lado esquerdo, os olhos tão espremidos e a cauda chocalhando com seus guizos, uma vergonha. -Sua isso, sua aquilo, isto e mais aquil'outro... Tu traístes os ideais da bondade, passastes a perna na nobreza, serás doravante maldita entre animais e bestas; ficarás sem pernas e braços, passa-me os membros já, e andarás esfregando a barriga no chão e comerás terra todos os dias da tua vida. Doravante seus descendentes pisarão em tua cabeça e tu tentarás morder seu calcanhar, digo, picarás. Entenda o que estou falando! Nada a ver com Aquiles. -Senhor, tende miseri... -Cala-te para sempre! Entrega-me tuas cordas vocais, rápido! Não sei onde estou que não te transformo em minhoca de uma vez por todas!
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 21h07
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Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 16h23
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Amassando barro
No sexto dia da criação o homem foi modelado em barro de alta qualidade e posto a cozer num alto forno da Vale do Rio Doce. Esfriando, ainda no secador, ficou parecido com estátuas gregas, se bem que estas, no futuro, seriam esculpidas em mármore. Imóvel. frio, aspecto tenso, olhos baços mirando o ontem. O oleiro continuou, todos os animais que criara, andavam, voavam ou nadavam. Tinha um que rastejava, hummm! A modelagem teve por base um macaco, mas queria-o à sua imagem e semelhança. Não o cobriria de uma vasta pelagem. Enquanto a estátua esfriava olhou-se numa poça de água cristalina, por incrível que pareça, não conhecia seu rosto. Voltou animado, providenciou um orifício no rosto do modelo e fez um boca-a-buraco. Insuflou-lhe todo o ar de seus pulmões. Pronto, criaram-se todos os órgãos para cima e para baixo. Primeiro os lábios, nariz e boca; logo os pulmões aconteceram. Estes precisavam de artérias e veias, um coração, fígado e etc. Tudo bem! Estava feito.
Achou que uma distinção deveria ser criada. Importou alguns chips, memórias e processadores em desuso do Paraguai e colocou-os dentro da cachola até então vazia - ainda hoje muitos permanecem anos e anos assim. Como os sistemas operacionais Windows ainda não tinham sido aperfeiçoados colocou o que havia à disposição, um DOS, Versão 01, sobra de uso em primatas mais modernos, como o chimpanzé. Penúltimo parafuso apertado, deu-lhe um eletro-choque daqueles que se usam para ressuscitar defuntos recentíssimos e teria dito-lhe, falam por aí, em bom latim: Ecce Homo ( Eis o homem). O autor, sem a ABIN, não conseguiu apurar verdadeiramente que língua o ceramista murmurou já que não houve como grampear o dito no principinho do princípio, exatamente o momento Alpha dos hominidas. A única humanidade existente era a dos macacos, já periclitante, tanto que não foi a frente até hoje. Esse homem ele o chamou Adão, do hebráico e quer dizer homem de terra vermelha, a cor do barro, a tal matéria prima do tio distante. Adão pôs-se de pé, respirou fundo, olhou para todos os lados e deu o primeiro passo: -Quem é você? -Mais respeito, sou teu senhor! –Mas não o teu feitor. -Sim, senhor, bateu continência, estou exultante, feliz por esta dádiva. A vida! Jamais iria saber em que tipo de magazine ou supermercado iria achá-la, e se achasse, como comprar. Não tenho dinheiro, cheque especial ou cartão de crédito. - Santa Ignorância! - a primeira delas - Adão, meu filho adotivo, é, revelo-te o mais cedo possível, tu não irás precisar de nada disto. Antes, olhe à sua volta, veja os rios e lagos com peixes e outros animais aquáticos, o ar, este negócio, desculpa-me, este gás não venenoso que te mantém vivo. Nele abundam, com todo respeito, aves, morcegos e insetos voadores, todos para teu deleite. Este líquido, o leite, por exemplo, é fornecido pelos mamíferos que te bastarão. Estes animais, assim como répteis, quelônios e outros que andam no chão e nas árvores serão tuas companhias para todos os folguedos que possas imaginar. Às árvores, arbustos, bromélias, ervas, capins e outras que serão reunidas em compêndios no futuro distante dei o nome de Paraíso... Repara, paradesha quer dizer em sânscrito, país supremo. E em avéstico, pairi-daeza (paradizo), é um jardim murado. Isto está na Wikipédia; mais tarde irá conhecê-la depois de criada a internet. Este jardim ou Éden, do acádico edinu significa “campo aberto”. –Humm, seus descendentes farão muita confusão, uma babel. É todo teu e nele nada precisará ser plantado e cultivado, as sementes serão espalhadas por todos que delas comerem as fruta ou os frutos. O vento, a chuva e o sol, serão os agricultores. -Ide e aproveitai do que melhor existe em seu derredor. E saiu Adão encantando-se com o que ouvia, roncos e sibilos, cacarejos e chilreios, balidos e trinados. A natureza o saudava. Tanta maravilha inundando seus sensores ópticos e óticos. E andou e andou, e muito. Nas andanças viu que animais corriam atrás uns dos outros. Depois paravam, e com alegria, um subia em cima do outro, sacolejava o corpo e descia. Logo se separavam. Um certo dia viu um casal de chimpanzé se atracando. Pensou que era briga. Chegou mais perto. Os dois não deram a mínima. Fizeram caretas para ele. Chegou mais perto. Excitou-se e disse: - Quero brincar também! Levou um catiripapo e saiu catando coquinhos. Pensou em reclamar com o homem do barro, mas ficou com vergonha. Ainda estava em riste. Inconsolável ficou murcho, deitou-se e adormeceu, muito triste. Não teve sonhos, não havia o que sonhar. Viu-se composto ao acordar. Demência? Ficou vai, não vai, , durante meio dia. Foi pedir clemência. -Senhor, estou sentindo-me só, o mais desolado dos homens, não estou lhe criticando, mas me vejo cotó (preterido no amor- a zoofilia estava muito distante ainda). Todos têm um parceiro para fazer aquilo de subir em cima, de balançar, sacudir, quero um meeiro, o senhor sabe... faz um para mim também? - Paciência Senhor! Adão, vou fazer sim, não pode ser igual; você tem um balancim e seu par será uma criatura com uma diferença principal pelo lado de fora, terá um “rachadim”. -O senhor quer me enganar? Ta falando mineirim... Ah, não, eu gosto é de mim, faz nele esta trombinha que sobe e desce. Pois eu gosto quando cresce, se tiver diferenças não quero levar bombinha, blá, blá, blá ... O padrasto perde a paciência e deixando de lado a ciência, imitando um futuro Rei diz: -POR QUÉ NO TE CALLAS? MASCA ESTA FOLHA AQUI! E TRATE DE DORMIR!
Dácio Jaegger
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 23h46
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C a r t a à G e o r g i a Aegerter (extensiva aos 1 1 3 blogueiros da Blogagem Coletiva da Adoção)

Olá!
Antes, quero esclarecer que, ato de nobreza, resultou de um ato promulgado na Câmara dos Lords para impedir que os desmandos da realeza continuassem a dominar e subjugar o povo inglês e da comunidade britânica. O ato de nobreza é muito mais nobre do que se pensa, origina-se no coração e é aí que quero chegar. Veja como o amor é pouco usado na adoção. É estudo e estatística de Brasil, deste país feito por nós. Quero "en passant" lembrar que segundo o Livro do Êxodo, Moisés foi adotado pela filha de um Faraó após ser "achado" num cesto boiando no Rio Nilo e educado na corte como um princípe do Egito. A princesa cometeu um ato de nobreza ao adotá-lo, posteriormente de AMOR, ao criá-lo. Jesús, o filho de Maria foi concebido pelo Espírito Santo por amor? Sim? José, pelas lei da época acusaria Maria que seria condenada ao apedrejamento por adultério. Ele aceitou a explicação de um anjo e tornou-se pai adotivo de Jesús. Um ato de nobreza. Brutus, um filho adotivo da nobreza, o foi por amor? Sabe-se que matou o pai adotivo Cesar, num complô do Senado Romano. "Rômulo e Remo da lenda, filhos adotivos de uma loba (qual o simbolismo?) vieram a fundar Roma" (?!). Em Esparta, crianças aleijadas ou doentes eram atiradas num despenhadeiro por questão eugênica. Povos primitivos como, aborígenes, índios brasileiros, por questões econômicas, matavam e matam bebês defeituosos ou nascidos fora de casamento. Os chineses mantém prática que a lei permite, um único filho por casal. Chegam a abusos, como o infanticídio, os abortos forçado e seletivo de fetos femininos, por casais que preferem ter um menino. Existe adoção na China? No Brasil, a imprensa vez por outra aborda o tema procurando atiçar o amor daqueles que poderiam adotar uma criança, a pedido de juízes, promotores, ONGs e outros. E há um movimento intrínsico no povo que quer adoções legais de crianças (58%) nos orfanatos do governo, de instituições religiosas ou de ONGs. Há adoções ilegais (42%).
"Histórias de adoção onde filhos se revoltam contra pais ou de filhos adotivos que abandonam suas casas, são tão comuns quanto em famílias constituídas biologicamente. Considerar que "um filho é bom por ser ele filho biológico" ou que "um filho é mau por ser ele filho adotivo" significa uma permeabilidade aos mitos advindos da cultura da adoção; significa estigmatizar a adoção e desconsiderar seu potencial criativo; significa descrer na possibilidade de exercer a maternidade e a paternidade por via da adoção. (Mário Lázaro Camargo é psicólogo, mestre em Psicologia pela Unesp).
A psicóloga Lídia Weber, em sua tese de doutorado na Universidade Federal do Paraná, (aqui ) aponta razões de demora na adoção. Uma delas, a exigência do adotante. Ouvindo 400 famílias em 17 estados, ela verificou que 85% assumiram bebês de até 2 anos. "O limite de idade é maior que a preferência pela cor da pele", observa. ( Só até 2 anos há amor? Acima nem nobreza? Em agosto passado, das crianças liberadas para adoção e mantidas em abrigos paulistas ligados a ONGs e igrejas, 1 042 estavam com mais de 12 anos ou tinham irmãos, que a lei não separa (repelidos, quando existiria tanto amor para dar nos casais adotantes... Também o ato de nobreza não cabe... Estrangeiros aceitam essas condições. Hoje, há 40 mil franceses e 18 mil italianos na fila (São todos eles dotados de amor incomensurável? Superam os brasileiros neste quesito, então?), mas eles só entram no páreo depois que os nacionais abrirem mão Uma medida legal pretende conter a adoção internacional para garantir à criança o direito à nacionalidade – há 80 mil crianças e adolescentes nos orfanatos brasileiros – não se pode esperar nem amor nem nobreza nos juizados. Outro fator dramático envolve a destituição do poder familiar. Com base no E C A e no Código Civil, a criança só pode ser destinada à adoção após a sentença que tira dos parentes o direito sobre ela. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) feito em 2004 em 580 abrigos do país revelou que 88% das 19 373 crianças não estavam aptas a adoção porque continuavam legalmente ligadas aos pais. O juiz Reinaldo Cintra Torres de Carvalho, do Tribunal de Justiça de São Paulo, explica: "Não podemos privar a família de criar o filho porque é pobre. Esgotamos as tentativas de reestruturá-la para que possa receber a criança de volta". Para isso, recorrem à rede social de apoio do poder público e de ONGs. No mar de entraves com que essas iniciativas navegam, as soluções levam tempo. "Assim, a criança 'envelhece', passa da idade procurada pelos adotantes", diz Lídia." Em "Mitos e Verdades no Processo de Adoção" Lídia Weber "nos leva a uma discussão reflexiva sobre os mitos, medos e preconceitos presentes no processo de adoção no Brasil.
Mito Filhos adotivos sempre têm problemas. Verdade O filho adotivo não tem dificuldades na escola, nem com a educação ou relacionamento afetivo. Mito Pais adotivos preferem não revelar a adoção para o filho. Verdade Pais adotivos contam sobre a adoção, mas não gostam de falar sobre isso com freqüência com seu filho. Mito Filhos adotivos sempre pensam na família de origem e querem conhecê-la. Verdade Ele não quer ter muitas informações nem conhecer a família biológica, mas quer conversar sobre a adoção. Mito Escolher a criança a ser adotada facilita o vínculo afetivo. Verdade A escolha da criança não determina maior ou menor qualidade no relacionamento afetivo. Mito A motivação para a adoção é sempre a infertilidade. Verdade 63% dos adotantes adotaram por infertilidade e 37% alegaram motivações altruístas. Mito A motivação para adoção é fundamental para o sucesso da adoção e adoções "por caridade" não dão certo. Verdade A motivação (altruísmo ou infertilidade) não determina melhor relacionamento afetivo. Mito Somente pessoas ricas podem adotar. Verdade Há adotantes em todas as faixas econômicas, mas há predomínio de pessoas com melhor poder aquisitivo e melhor condição sócio-cultural. Mito Pessoas mais esclarecidas são menos exigentes e têm menos preconceito. Verdade Adotantes de menor poder aquisitivo e nível sócio-cultural são os que mais fizeram adoções altruístas e apresentaram exigências menores em relação à criança. A proporção de pessoas das religiões espíritas e protestantes é mais alta entre os adotantes do que na população em geral. Mito Os adotantes preferem bebês recém-nascidos. Verdade Sim, 71% adotam bebês com até 3 meses e com leve preferência por meninas de cor branca e saudáveis. Mito Adotar deve ser natural e não é preciso preparação especial. Verdade Os adotantes e filhos adotivos afirmam que é fundamental ter uma preparação para a adoção. Mito Atualmente as adoções são através do sistema legal. Verdade 52% das adoções são legais (Juizados) e 48% informais (registro da criança como filho biológico). Mito Filhos adotivos com a cor de pele diferente têm mais problemas em relação à discriminação. Verdade A cor da pele da criança adotada não traz maior discriminação ou tratamento preconceituoso. Mito Pais com filhos biológicos e adotivos têm sentimento maior pelos biológicos. Verdade Famílias por adoção sofrem discriminação quase sempre da extensão familiar e dos amigos. Mito É melhor a criança adotada não saber de sua adoção. Verdade Pais e filhos biológicos afirmam que o tratamento é igual, mas os adotivos dizem que, às vezes, os biológicos têm melhor tratamento. Mito É melhor não falar muito do assunto com o filho adotivo para não potencializar a importância da origem. Verdade Problemas encontrados nas famílias: na ocorrência de revelação tardia (após os 6 anos) ou feita por terceiros. Mito Adotantes que optaram pelo processo legal têm opinião positiva sobre os Juizados. Verdade Tanto os que fizeram adoções legais quanto informais têm imagem negativa dos Juizados. Mito Filhos adotivos têm dificuldade em amar seus pais adotivos. Verdade 92,5% dos filhos adotivos afirmaram amar seus pais e os pais adotivos citam "ser afetivo" como o principal atributo em seus filhos adotivos.
Pais adotivos por ato de nobreza contam sobre a adoção, mas por amor não gostam de falar sobre isso com mais freqüência com seu filho. 63% dos adotantes adotaram por infertilidade que lhes causou sentimento de fracasso, frustração, etc; a adoção é um ato de compensação e 37% alegaram motivações altruístas, um ato de nobreza. A motivação (altruísmo ou infertilidade) não determina melhor relacionamento amoroso ou afetivo. Sabe-se diferençar estes dois sentimentos? Adotantes de menor nível sócio-cultural e aquisitivo são os que mais fizeram adoções altruístas e apresentaram exigências menores em relação à criança, portanto ato de nobreza. A proporção de pessoas espíritas e protestantes é mais alta entre os adotantes do que na população em geral. Ato de amor? A maioria dos adotantes (71%) adotam bebês com até 3 meses e apresentam leve preferência por meninas de cor branca; rejeitam pardas e negras (por preconceito?). 25% aceitam maiores até 4 anos, brancos e saudáveis por um ato de nobreza. Por amor, alguns doentes, deficientes e negros maiores ficam para 4% dos casais. E por inconveniência, desamor e falta de nobreza pessoas chegam à vida adulta nos orfanatos e são expulsos de lá. O amor é, dentre outras coisas, devoção de uma pessoa ou um grupo de pessoas por um ideal concreto ou abstrato; interesse, fascínio, entusiasmo, veneração. Em "Construir Notícias" encontramos esta pérola de Lídia Weber: "Enquanto os técnicos dos Serviços de Adoção do Poder Judiciário no Brasil tentam criar condições perfeitas (encontrar candidatos perfeitos para bebês perfeitos), a maioria das adoções em meu país é classificada como "inadequada" pela maioria dos profissionais da área da psicologia, são adoções singulares: baseadas em mentiras (registrar uma criança como filho biológico); a motivação mais freqüente é egoísta, ou seja, é a satisfação de um desejo de maternidade; a preparação dos adotantes e das crianças é praticamente inexistente; entre outros aspectos desfavoráveis."
Obrigado pela atenção, Dácio Jaegger
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 19h04
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Georgia, como lhe disse está quase pronto: Falta esclarecer que ato de nobreza foi um ato promulgado na Câmara dos Lords para impedir que os atos de realeza continuassem a dominar e subjugar o povo inglês e da comunidade britânica. O ato de nobreza é muito mais nobre do que se pensa e é aí que quero chegar. Veja como o amor é pouco usado na adoção. É estudo e estatística de Brasil. Abraços. Segundo o Livro do Êxodo, Moisés foi adotado pela filha de um Faraó e educado na corte como um princípe do Egito. A nobre cometeu um ato de nobreza ao adotá-lo, posteriormente um ato de amor ao criá-lo. Brutus, um filho adotivo da nobreza, o foi por amor? Sabe-se que matou o pai adotivo o Imperador Cesar, num complô do Senado Romano. “Rômulo e Remo, filhos adotivos de uma loba vieram a fundar Roma”. Em Esparta entre velhos e crianças aleijadas e doentes atiradas num despenhadeiro por questão eugênica também descartavam órfãos menores de sete anos. De sete anos em diante eram adotados e tornavam-se proprietários do Estado e eram preparados para a guerra. Centenas de povos primitivos, por questões econômicas, matam bebês nascidos fora de casamento. Os chineses ainda acatam sem delongas o aborto de fetos femininos para manter o que a lei permite, um. Humanos adotam cães e gatos por nobreza, por afeto ou por amor? Os pais adotivos por um ato de nobreza contam sobre a adoção, mas por amor não gostam de falar sobre isso com mais freqüência com seu filho. Sessenta e três por cento dos adotantes por infertilidade, que lhes causou sentimento de fracasso, frustração adotaram crianças como ato de compensação e trinta e sete por cento alegaram motivações altruístas, um ato de nobreza. A motivação (altruísmo ou infertilidade) não determina melhor relacionamento amoroso ou afetivo. Sabe-se diferençar estes dois sentimentos? Adotantes de menor poder aquisitivo e nível sócio-cultural são os que mais fizeram adoções altruístas e apresentaram exigências menores em relação à criança. A proporção de pessoas das religiões espíritas e protestantes é mais alta entre os adotantes do que na população em geral. A maioria dos adotantes (71%) adotam bebês com até 3 meses e apresentam leve preferência por meninas de cor branca, 25% aceitam maiores até quatro anos brancos e saudáveis por um ato de nobreza. Por amor 4% adotam doentes, deficientes e negros maiores de 5 anos, E por inconveniência, desamor e falta de nobreza há milhares de abandonados e órfãos chegando à vida adulta nos orfanatos, porque “O amor é paciente, é benigno, não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece”, (1 Cor. 13: 4), e “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (v. 5). O amor é a essência de Deus. 92,5% dos filhos adotivos afirmaram amar seus pais e os pais adotivos citam “ser afetivo” como o principal atributo em seus filhos adotivos. O amor é, dentre outras coisas, devoção de uma pessoa ou um grupo de pessoas por um ideal concreto ou abstrato; interesse, fascínio, entusiasmo, veneração. Pais e filhos biológicos afirmam que o tratamento é igual (amor), mas os filhos adotivos dizem que, às vezes, os biológicos têm melhor tratamento (nobreza). Que acha? Dácio em 22 de outubro de 2008 Georgia, como lhe disse está quase pronto: Falta esclarecer que ato de nobreza foi um ato promulgado na Câmara dos Lords para impedir que os atos de realeza continuassem a dominar e subjugar o povo inglês e da comunidade britânica. O ato de nobreza é muito mais nobre do que se pensa e é aí que quero chegar. Veja como o amor é pouco usado na adoção. É estudo e estatística de Brasil. Abraços. Segundo o Livro do Êxodo, Moisés foi adotado pela filha de um Faraó e educado na corte como um princípe do Egito. A nobre cometeu um ato de nobreza ao adotá-lo, posteriormente um ato de amor ao criá-lo. Brutus, um filho adotivo da nobreza, o foi por amor? Sabe-se que matou o pai adotivo o Imperador Cesar, num complô do Senado Romano. “Rômulo e Remo, filhos adotivos de uma loba vieram a fundar Roma”. Em Esparta entre velhos e crianças aleijadas e doentes atiradas num despenhadeiro por questão eugênica também descartavam órfãos menores de sete anos. De sete anos em diante eram adotados e tornavam-se proprietários do Estado e eram preparados para a guerra. Centenas de povos primitivos, por questões econômicas, matam bebês nascidos fora de casamento. Os chineses ainda acatam sem delongas o aborto de fetos femininos para manter o que a lei permite, um. Humanos adotam cães e gatos por nobreza, por afeto ou por amor? Os pais adotivos por um ato de nobreza contam sobre a adoção, mas por amor não gostam de falar sobre isso com mais freqüência com seu filho. Sessenta e três por cento dos adotantes por infertilidade, que lhes causou sentimento de fracasso, frustração adotaram crianças como ato de compensação e trinta e sete por cento alegaram motivações altruístas, um ato de nobreza. A motivação (altruísmo ou infertilidade) não determina melhor relacionamento amoroso ou afetivo. Sabe-se diferençar estes dois sentimentos? Adotantes de menor poder aquisitivo e nível sócio-cultural são os que mais fizeram adoções altruístas e apresentaram exigências menores em relação à criança. A proporção de pessoas das religiões espíritas e protestantes é mais alta entre os adotantes do que na população em geral. A maioria dos adotantes (71%) adotam bebês com até 3 meses e apresentam leve preferência por meninas de cor branca, 25% aceitam maiores até quatro anos brancos e saudáveis por um ato de nobreza. Por amor 4% adotam doentes, deficientes e negros maiores de 5 anos, E por inconveniência, desamor e falta de nobreza há milhares de abandonados e órfãos chegando à vida adulta nos orfanatos, porque “O amor é paciente, é benigno, não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece”, (1 Cor. 13: 4), e “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (v. 5). O amor é a essência de Deus. 92,5% dos filhos adotivos afirmaram amar seus pais e os pais adotivos citam “ser afetivo” como o principal atributo em seus filhos adotivos. O amor é, dentre outras coisas, devoção de uma pessoa ou um grupo de pessoas por um ideal concreto ou abstrato; interesse, fascínio, entusiasmo, veneração. Pais e filhos biológicos afirmam que o tratamento é igual (amor), mas os filhos adotivos dizem que, às vezes, os biológicos têm melhor tratamento (nobreza). Que acha? Georgia, como lhe disse está quase pronto: Falta esclarecer que ato de nobreza foi um ato promulgado na Câmara dos Lords para impedir que os atos de realeza continuassem a dominar e subjugar o povo inglês e da comunidade britânica. O ato de nobreza é muito mais nobre do que se pensa e é aí que quero chegar. Veja como o amor é pouco usado na adoção. É estudo e estatística de Brasil. Abraços. Segundo o Livro do Êxodo, Moisés foi adotado pela filha de um Faraó e educado na corte como um princípe do Egito. A nobre cometeu um ato de nobreza ao adotá-lo, posteriormente um ato de amor ao criá-lo. Brutus, um filho adotivo da nobreza, o foi por amor? Sabe-se que matou o pai adotivo o Imperador Cesar, num complô do Senado Romano. “Rômulo e Remo, filhos adotivos de uma loba vieram a fundar Roma”. Em Esparta entre velhos e crianças aleijadas e doentes atiradas num despenhadeiro por questão eugênica também descartavam órfãos menores de sete anos. De sete anos em diante eram adotados e tornavam-se proprietários do Estado e eram preparados para a guerra. Centenas de povos primitivos, por questões econômicas, matam bebês nascidos fora de casamento. Os chineses ainda acatam sem delongas o aborto de fetos femininos para manter o que a lei permite, um. Humanos adotam cães e gatos por nobreza, por afeto ou por amor? Os pais adotivos por um ato de nobreza contam sobre a adoção, mas por amor não gostam de falar sobre isso com mais freqüência com seu filho. Sessenta e três por cento dos adotantes por infertilidade, que lhes causou sentimento de fracasso, frustração adotaram crianças como ato de compensação e trinta e sete por cento alegaram motivações altruístas, um ato de nobreza. A motivação (altruísmo ou infertilidade) não determina melhor relacionamento amoroso ou afetivo. Sabe-se diferençar estes dois sentimentos? Adotantes de menor poder aquisitivo e nível sócio-cultural são os que mais fizeram adoções altruístas e apresentaram exigências menores em relação à criança. A proporção de pessoas das religiões espíritas e protestantes é mais alta entre os adotantes do que na população em geral. A maioria dos adotantes (71%) adotam bebês com até 3 meses e apresentam leve preferência por meninas de cor branca, 25% aceitam maiores até quatro anos brancos e saudáveis por um ato de nobreza. Por amor 4% adotam doentes, deficientes e negros maiores de 5 anos, E por inconveniência, desamor e falta de nobreza há milhares de abandonados e órfãos chegando à vida adulta nos orfanatos, porque “O amor é paciente, é benigno, não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece”, (1 Cor. 13: 4), e “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (v. 5). O amor é a essência de Deus. 92,5% dos filhos adotivos afirmaram amar seus pais e os pais adotivos citam “ser afetivo” como o principal atributo em seus filhos adotivos. O amor é, dentre outras coisas, devoção de uma pessoa ou um grupo de pessoas por um ideal concreto ou abstrato; interesse, fascínio, entusiasmo, veneração. Pais e filhos biológicos afirmam que o tratamento é igual (amor), mas os filhos adotivos dizem que, às vezes, os biológicos têm melhor tratamento (nobreza). Que acha? Dácio em 22 de outubro de 2008 Georgia, como lhe disse está quase pronto: Falta esclarecer que ato de nobreza foi um ato promulgado na Câmara dos Lords para impedir que os atos de realeza continuassem a dominar e subjugar o povo inglês e da comunidade britânica. O ato de nobreza é muito mais nobre do que se pensa e é aí que quero chegar. Veja como o amor é pouco usado na adoção. É estudo e estatística de Brasil. Abraços. Segundo o Livro do Êxodo, Moisés foi adotado pela filha de um Faraó e educado na corte como um princípe do Egito. A nobre cometeu um ato de nobreza ao adotá-lo, posteriormente um ato de amor ao criá-lo. Brutus, um filho adotivo da nobreza, o foi por amor? Sabe-se que matou o pai adotivo o Imperador Cesar, num complô do Senado Romano. “Rômulo e Remo, filhos adotivos de uma loba vieram a fundar Roma”. Em Esparta entre velhos e crianças aleijadas e doentes atiradas num despenhadeiro por questão eugênica também descartavam órfãos menores de sete anos. De sete anos em diante eram adotados e tornavam-se proprietários do Estado e eram preparados para a guerra. Centenas de povos primitivos, por questões econômicas, matam bebês nascidos fora de casamento. Os chineses ainda acatam sem delongas o aborto de fetos femininos para manter o que a lei permite, um. Humanos adotam cães e gatos por nobreza, por afeto ou por amor? Os pais adotivos por um ato de nobreza contam sobre a adoção, mas por amor não gostam de falar sobre isso com mais freqüência com seu filho. Sessenta e três por cento dos adotantes por infertilidade, que lhes causou sentimento de fracasso, frustração adotaram crianças como ato de compensação e trinta e sete por cento alegaram motivações altruístas, um ato de nobreza. A motivação (altruísmo ou infertilidade) não determina melhor relacionamento amoroso ou afetivo. Sabe-se diferençar estes dois sentimentos? Adotantes de menor poder aquisitivo e nível sócio-cultural são os que mais fizeram adoções altruístas e apresentaram exigências menores em relação à criança. A proporção de pessoas das religiões espíritas e protestantes é mais alta entre os adotantes do que na população em geral. A maioria dos adotantes (71%) adotam bebês com até 3 meses e apresentam leve preferência por meninas de cor branca, 25% aceitam maiores até quatro anos brancos e saudáveis por um ato de nobreza. Por amor 4% adotam doentes, deficientes e negros maiores de 5 anos, E por inconveniência, desamor e falta de nobreza há milhares de abandonados e órfãos chegando à vida adulta nos orfanatos, porque “O amor é paciente, é benigno, não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece”, (1 Cor. 13: 4), e “Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (v. 5). O amor é a essência de Deus. 92,5% dos filhos adotivos afirmaram amar seus pais e os pais adotivos citam “ser afetivo” como o principal atributo em seus filhos adotivos. O amor é, dentre outras coisas, devoção de uma pessoa ou um grupo de pessoas por um ideal concreto ou abstrato; interesse, fascínio, entusiasmo, veneração. Pais e filhos biológicos afirmam que o tratamento é igual (amor), mas os filhos adotivos dizem que, às vezes, os biológicos têm melhor tratamento (nobreza). Que acha? Dácio em 22 de outubro de 2008 Georgia, como lhe disse está quase pronto: Falta esclarecer que ato de nobreza foi um ato promulgado na Câmara dos Lords para impedir que os atos de realeza continuassem a dominar e subjugar o povo inglês e da comunidade à criança. A proporção de pessoas das religiões espíritas e protestantes é mais alta entre os adotantes do que na população em geral. A maioria dos adotantes (71%) adotam bebês com até 3 meses e apresentam leve preferência por meninas de cor branca, 25% aceitam maiores até quatro anos brancos e saudáveis por um ato de nobreza. Por amor 4% adotam doentes, deficientes e negros maiores de 5 anos,
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 00h20
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Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 14h16
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. Câncer, palavra maldita? Não, é uma palavra que assusta, seja homem ou mulher. Há alguns relatos no passado que se referem à doença que foi descrita primeiro na mulher e justamente em mama. Hipócrates, 460-370 a.C., descreveu uma forma de “cura” praticada entre os Cítias, um povo que vivia ao norte do Mar Negro . O tratamento da lesão: a paciente com a mama em chagas vivas era levada pelos familiares ao cirurgião; este lhe dava vinho para beber. Quando começava a ficar tonta, era colocada em uma cadeira e amarrada com os braços para trás e as pernas atadas às do assento. Mais vinho até que ficasse embebedada próximo do coma alcoólico. Numa pequena fornalha, ficava uma espada de cobre que era levada ao rubro. Esta era usada pelo “médico” para extirpar a mama por queimadura. A alta temperatura separava os tecidos e ao mesmo tempo cauterizava artérias e veias, impedindo sangramento. Apesar do álcool no cérebro, a paciente sofria muita dor. Era lavada a ferida e a seguir usavam-se ungüentos e essências, cobrindo-a com bandagens de linho, importadas do Egito.
Um cirurgião americano, Halsted, publicou em 1882 uma técnica de extirpação radical que durante 70 anos tornou-se padrão de tratamento de câncer de mama. E neste período não havia medicação quimioterápica ou radioterápica. As pacientes ficavam mutiladas e sobreviviam por alguns anos dependentes do tipo de câncer e do seu grau de avanço. Depois da Segunda Guerra Mundial surgiu a radioterapia e depois a quimioterapia; a este arsenal juntou-se a hormônio-terapia. Recentemente acena-se com mais uma arma que é a vacina desenvolvida a partir de DNA para tumores positivos, para um tipo particular de câncer, denominado HER2. Com alguns tipos da doença que conferem maior sobrevida, as pacientes passaram a se beneficiar da reconstrução mamária, de início com uso de próteses, ultimamente com uso de retalhos cutâneos musculares. Praticam-se os dois procedimentos atualmente. Pesquisadores no mundo inteiro, mulheres e homens, dedicam o melhor de suas vidas na busca incessante para o total domínio sobre o câncer. Mulheres que se cuidam e se previnem são as melhores aliadas na batalha. Sem elas fica mais difícil. Mãos dadas cercarão e eliminarão o flagelo num futuro próximo.
Blogagem Coletiva da Adoção de Crianças e Adolescentes.
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Aninha Bete Cejunior Célia Malmqvist
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Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 11h47
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Câncer, palavra maldita? Não, é uma palavra que assusta, seja homem ou mulher.
Há alguns relatos no passado que se referem à doença que foi descrita primeiro na mulher e justamente em mama. Hipócrates 460-370 a.C., descreveu uma forma de “cura” praticada entre os Cítias, um povo que vivia ao norte do Mar Negro . O “tratamento da lesão: a paciente com a mama em chagas vivas e malcheirosa era levada pelos familiares ao cirurgião; este lhe dava vinho para beber”. Quando começava a ficar tonta era colocada em uma cadeira e amarrada com os braços para trás e a pernas atadas às do assento. A seguir, mais vinho até que ficasse embebedada próximo do coma alcoólico. No mesmo ambiente, em uma pequena fornalha, ficava uma espada de cobre que era levada ao rubro.
Em dado momento, esta era apanhada pelo “médico” e levada junto da base da mama que era extirpada por queimadura. A alta temperatura fritava os tecidos separando-os e ao mesmo tempo cauterizava artérias e veias impedindo sangramento. Apesar do álcool no cérebro a paciente urrava de dor. Era lavada a ferida e a seguir usavam-se ungüentos, óleos, essências, cobrindo-a com bandagens de linho importadas do Egito. Um cirurgião americano, Halsted publicou em 1882 uma técnica de (extirpação) radical que durante 70 anos tornou-se padrão de tratamento de câncer de mama. E neste período não havia medicação quimioterápica ou radioterápica. As pacientes ficavam mutiladas e sobreviviam por alguns anos dependentes do tipo de câncer e do seu grau de avanço. Depois da Segunda Guerra Mundial surgiu a radioterapia e depois a quimioterapia; a este arsenal juntou-se a hormônio-terapia. Recentemente acena-se com mais uma arma que é a vacina desenvolvida a partir de DNA para tumores positivos para um tipo particular de câncer, denominado HER2. Com alguns tipos da doença que conferem maior sobrevida, as pacientes passaram a se beneficiar da reconstrução mamária, de início com uso de próteses, ultimamente com uso de retalhos cutâneos musculares. Praticam-se os dois procedimentos atualmente. Pesquisadores no mundo inteiro, mulheres e homens dedicam o melhor de suas vidas na busca incessante para o total domínio sobre o câncer. Mulheres que se cuidam e se previnem são as melhores aliadas na batalha. Sem elas fica mais difícil. Mãos dadas cercarão e eliminarão o flagelo num futuro próximo.
Lista mais atualizada dos blogs da Blogagem Coletiva da Adoção de Crainças e Adolescentes.
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Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 11h27
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Geórgia, do Saia Justa, sugeriu uma blogagem coletiva sobre adoção no post anterior. Acatei uma parceria e ela contou uma história lá e eu esta:
“Cidade de interior, um casal com seis filhos, nasce o sétimo, o sexto com um ano de idade. A quinta, uma menina de oito anos. A mãe, Cynara, remediada e debilitada, sem empregada, com dificuldades de aleitamento teve a oferta de ajuda de uma comadre de posses, que também mobilizou uma ama de leite. A comadre, cujo marido era juiz de paz, propôs cuidar do afilhado em sua casa. Estes não tinham filhos. Passaram a fazer as despesas totais do afilhado, e assim durante um ano, dois, três. O marido de Cynara arranjou um emprego melhor em outra cidade para onde levou a família. A comadre convenceu a mãe de seu afilhado a deixá-lo com ela. Nos anos seguintes as visitas mútuas ocorriam várias vezes a cada ano. A amizade era consubstanciada por presentes e mais presentes em forma de roupas, sapatos, brinquedos, etc. Filhos crescendo, despesas maiores, o marido de Cynara, Afrânio teve que arranjar trabalho melhor remunerado, por azar, em cidade mais distante e dali com muitas incursões para outras. As visitas das famílias rarearam. Uma ocasião foram comunicados que o afilhado estava matriculado num colégio importante e caro em regime de internato. Ficaram tristes e logo felizes: era o único que seguiria carreira. Aos 18 anos foi para uma Academia. Sua mãe biológica passou a desconfiar de algo errado. Conseguiu ir à Academia e descobriu que seu filho Fernando estudava lá, mas não tinha os sobrenomes da família. Não pôde vê-lo. Ele não quis. Foi ao cartório da cidade de nascimento e lá constatou que ele era filho legítimo dos compadres, os quais não a receberam mais; capangas não permitiam. Seu marido não dava a mínima. Seu filho havia sido furtado na cara de pau, deixando-a numa amargura constante durante o resto de sua vida."
Há oitenta mil crianças nos orfanatos do Brasil esperando adoção. Não falta pais adotivos, a burocracia é grande demais. Adotar uma criança é um ato de nobreza. Se você viveu uma história relacionada ou conhece de perto alguma que seja interessante publique-a no seu blog. Nós, blogueiros pouco tocamos no assunto. Saímos em campo, ela na Alemanha e eu no Brasil para convidá-los para uma blogagem coletiva. Enviei-lhe uma notícia, neste link, do projeto aprovado na Câmara sobre o tema Adoção, agora no Senado para revisão. Para a Blogagem o convite é que haja depoimentos de quem adotou uma criança ou pensa em adotar. Contar como foram os contatos com a entidade X criança X você. Contar as dificuldades enfrentadas até a reta final. Você, parente ou amigo estão à espera para a Adoção? Discuta o assunto mesmo que não queira adotar uma criança. Como vê essa situação na sociedade?
A blogagem será na semana de 10 a 15 de novembro. Teremos uma semana inteira para interagirmos sobre o tema: Adoção de Crianças e Adolescentes. Vamos em frente?
O selo da postagem pode ser levado para seu blog por esta tag, código html:
Ou salvo o selo em Meus Documentos e leve-o para a área de post em Inserir Imagem ou algo parecido.
Adesões aqui em baixo e no Saia Justa migrarão para cada post até a semana da blogagem.
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Geórgia, do Saia Justa, sugeriu uma blogagem coletiva sobre adoção no post anterior. Acatei uma parceria e ela contou uma história lá e eu esta:
“Cidade de interior, um casal com seis filhos, nasce o sétimo, o sexto com um ano de idade. A quinta, uma menina de oito anos. A mãe, Cynara, remediada e debilitada, sem empregada, com dificuldades de aleitamento teve a oferta de ajuda de uma comadre de posses, que também mobilizou uma ama de leite. A comadre, cujo marido era juiz de paz, propôs cuidar do afilhado em sua casa. Estes não tinham filhos. Passaram a fazer as despesas totais do afilhado, e assim durante um ano, dois, três. O marido de Cynara arranjou um emprego melhor em outra cidade para onde levou a família. A comadre convenceu a mãe de seu afilhado a deixá-lo com ela. Nos anos seguintes as visitas mútuas ocorriam várias vezes a cada ano. A amizade era consubstanciada por presentes e mais presentes em forma de roupas, sapatos, brinquedos, etc. Filhos crescendo, despesas maiores, o marido de Cynara, Afrânio teve que arranjar trabalho melhor remunerado, por azar, em cidade mais distante e dali com muitas incursões para outras. As visitas das famílias rarearam.
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 00h28
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Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 23h25
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Geórgia, do blog Saia Justa, comentou e sugeriu uma blogagem coletiva sobre adoção no post “Se achamos que adoção é fácil continuemos lendo” . Acatei muito honrado a parceria e nas trocas de e-mails sobre o tema ela me contou uma história que publica no seu blog; resolvi contar uma onde a “adoção” foi há muitos anos da seguinte forma.
“Cidade de interior, um casal com seis filhos, nasce o sétimo, o sexto com um ano de idade. A quinta, uma menina de oito anos. A mãe, Cynara, remediada e debilitada, sem empregada, com dificuldades de aleitamento teve a oferta de ajuda de uma comadre de posses, que também mobilizou uma ama de leite. A comadre, cujo marido era juiz de paz, propôs cuidar do afilhado em sua casa. Estes não tinham filhos. Passaram a fazer as despesas totais do afilhado, e assim durante um ano, dois, três. O marido de Cynara arranjou um emprego melhor em outra cidade para onde levou a família. A comadre convenceu a mãe de seu afilhado a deixá-lo com ela. Nos anos seguintes as visitas mútuas ocorriam várias vezes a cada ano. A amizade era consubstanciada por presentes e mais presentes em forma de roupas, sapatos, brinquedos, etc. Filhos crescendo, despesas maiores, o marido de Cynara, Afrânio teve que arranjar trabalho melhor remunerado, por azar, em cidade mais distante e dali com muitas incursões para outras. As visitas das famílias rarearam. Uma ocasião foram comunicados que o afilhado estava matriculado num colégio importante e caro em regime de internato. Ficaram tristes e logo felizes: era o único que seguiria carreira. Aos 18 anos foi para uma Academia. Sua mãe biológica passou a desconfiar de algo errado. Conseguiu ir à Academia e descobriu que seu filho Fernando estudava lá, mas não tinha os sobrenomes da família. Não pôde vê-lo. Ele não quis. Foi ao cartório da cidade de nascimento e lá constatou que ele era filho legítimo dos compadres, os quais não a receberam mais; capangas não permitiam. Seu marido não dava a mínima. Seu filho havia sido furtado na cara de pau, deixando-a numa amargura constante durante o resto de sua vida."
Falamos na impressionante quantidade de 80 mil crianças que o Brasil tem nos orfanatos à espera de adoção, não por falta de pais adotivos, mas porque a burocracia é grande demais, e lembrando que adotar uma criança é um sentimento de nobreza e quem pensa em adotar pode ter vivido uma história muito triste ou pela perda de filhos ou porque um dos cônjuges não pode tê-los; sabendo que a fila de espera nos corredores da burocracia é enorme e apesar de vários sites e ONGs agirem na área, verificamos que blogueiros pouco tocam no assunto. Combinamos convidar amigos para a blogagem coletiva e saímos em campo, ela na Alemanha e eu no Brasil. Enviei-lhe a notícia, neste link, do projeto aprovado na câmara sobre o tema Adoção, que foi encaminhado ao Senado para revisão.
Para a Blogagem Coletiva o convite é que haja depoimentos de quem 1) adotou uma criança. 2) Quem pensa em adotar. 3) Como foi o seu contato com a entidade X criança X você. 4) Quais as dificuldades enfrentadas até a reta final. 5) Você, parente ou amigos estão no corredor de espera para a Adoção? 6) Gostaria de discutir o assunto mesmo que não queira adotar uma criança? 6) E como vê toda essa situação na sociedade em que vivemos?
A data para a blogagem será na semana de 10 a 15 de novembro. Assim teremos uma semana inteira para escrevermos e interagirmos sobre o tema: Adoção de Crianças e Adolescentes. Vamos em frente?
Com este código você coloca este selo no seu blog:
href="http://s81.photobucket.com/albums/j207/djaegger/?action=view¤t=ato_nobreza2_blogagem_10_15_a350_18.gif" target=_blank> src="http://i81.photobucket.com/albums/j207/djaegger/ato_nobreza2_blogagem_10_15_a350_18.gif" border=0>
Q u e m j á c o n f i r m o u:
Adao Braga Alêalb Cejunior Célia Malmqvist Célia Rodrigues Clarisse Cris Penaforte Cybele Meyer Dacio Jaegger Edu Elena Fletcher Georgia Grace Olsson Iza Joao Bosco Kall Luiz Sonia Sueli
Tamara Vilma Vivi
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 17h23
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Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 15h00
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Se achamos que adoção é fácil continue lendo
O governo brasileiro, os juizados, desconhecem o número de adolescentes e crianças que vivem nos abrigos do Brasil. A A M B acredita que sejam 80 mil meninos e meninas. Como vivem? E suas famílias? Quem tem todas as respostas? O que elas mais querem é uma família, ou não? “Histórias de adoção onde filhos se revoltam contra pais ou de filhos adotivos que abandonam suas casas e coisas desse tipo são tão comuns quanto em famílias constituídas biologicamente. Considerar que “um filho é bom por ser ele filho biológico” ou que “um filho é mau por ser ele filho adotivo” significa uma permeabilidade aos mitos advindos da cultura da adoção; significa estigmatizar a adoção e desconsiderar seu potencial criativo; significa descrer na possibilidade de exercer a maternidade e a paternidade por via da adoção. (Mário Lázaro Camargo é psicólogo, mestre em Psicologia pela Unesp)” “Em caso de adoção, em campo de busca aberto, no perfil solicitou-se menino ou menina de até 5 anos". Chamados, o casal para ver um garoto de 7 meses, houve paixão na hora",. Dois meses depois, quanto o casal já estava firmando vínculo com a criança, a mãe biológica reapareceu. O final feliz não virá O juiz decidiu manter o bebê no abrigo e estudar o perfil psicossocial da mãe. Não há prazo para finalizar uma análise para adoção e os candidatos manterão sua angústia.” “A psicóloga Lídia Weber, em sua tese de doutorado na Universidade Federal do Paraná, (http://claudia.abril.com.br/materias/2331/?pagina2) aponta as razões de demora. Uma delas, a exigência do adotante. Ouvindo 400 famílias em 17 estados, ela verificou que 85% assumiram bebês de até 2 anos. "O limite de idade é maior que a preferência pela cor da pele", observa. Em agosto passado, das crianças liberadas para adoção e mantidas em abrigos paulistas ligados a ONGs e igrejas, 1 042 estavam com mais de 12 anos ou tinham irmãos, que a lei não separa. Estrangeiros aceitam essas condições. Hoje, há 40 mil franceses e 18 mil italianos na fila, mas só entram no páreo após os brasileiros abrirem mão. A medida pretende conter a adoção internacional para garantir à criança o direito à nacionalidade. Outro fator dramático envolve a destituição do poder familiar. Com base no ECA e no Código Civil, a criança só pode ser destinada à adoção após a sentença que tira dos parentes o direito sobre ela. Um estudo do Ipea feito em 2004 em 580 abrigos do país revelou que 88% das 19 373 crianças não estavam aptas a adoção porque continuavam legalmente ligadas aos pais. O juiz Reinaldo C.T. de Carvalho, do TJ-SP, explica: "Não podemos privar a família de criar o filho porque é pobre. Esgotamos as tentativas de reestruturá-la para que possa receber a criança de volta". No mar de entraves com que essas iniciativas navegam, as soluções levam tempo. "Assim, a criança 'envelhece', passa da idade procurada pelos adotantes", diz Lídia. Em http://www.filhosadotivosdobrasil.com.br/procura.htm no site Filhos adotivos do Brasil, até hoje, 28/09/08 409 brasileiros procuram pais, filhos e irmãos biológicos, alguns localizados para felicidade familiar. Exemplos: Vera Carvalho Lopes – 406, procura seu pai biológico. Sua mãe se chama Iracema C. de Carvalho. Segundo Vera, se seu pai estiver vivo, deve ter aproximadamente 70 anos.
Caio Flavio Jacobus- 63Procuro minha mãe biológica, seu nome é Helena Simack. Fui adotado por uma família do interior do estado, e descobri o nome de minha mãe biológica recentemente. Maria Salete da Silva 123- Procuro por irmã biológica entregue a adoção em 1972. Rose Sueli Back Horn 254 – Gostaria de conhecer os meus pais biológicos. Fui adotada com 15 dias. Hoje tenho 40 anos, tenho três filhos.
Cíntia Roza Gomes da Silva 169 –Amo meus pais adotivos, amo tanto eles que tenho medo de dizer às vezes o que penso a respeito, afim de não magoá-los.
Sonia Palmeira 396 Eu e minhas irmãs estamos procurando por dois irmãos biológicos que foram dados para adoção. Ninguém sabe informar nada sobre a minha mãe biológica, pois a minha mãe de criação já faleceu e ela seria a única a me dar maiores informações. Laure Bacquias - 265 – França, Paris -Me chamo Laure Bacquias e tenho 20 anos. Fui adotada por uma família francesa quando tinha apenas 3 meses de idade. Já faz algum tempo que estou buscando minhas raízes: estive com os meus pais adotivos na minha cidade natal no dia do meu aniversario de 18 anos e lá tentamos saber um pouco mais da minha história, sem muito sucesso, pois o que me informaram é que eu não tinha o direito de olhar o meu próprio processo de adoção. Nasci em Vitória da Conquista dia 10/08/1987 no hospital regional Crescêncio Silveira. Minha mãe biológica chama-se Elizete Vieira Silva e no que consta ela era menor na época (pois nascida em 1973) e que logo após o meu nascimento, ela foi para São Paulo. Infelizmente eu não falo português e uma amiga brasileira esta escrevendo este e-mail para mim. Por sinal, o e-mail de contato também é dessa amiga, a fim de facilitar a comunicação. Luiz Augusto da Silva Freitas – 409 - Procura seu filho biológico. Nascido em 22/02/91, no Hosp. São Sebastião, em Turvo-SC.
Indio Silveira Nunes da Silva – 055- Estou a procura de minha mãe biológica. Tenho leucemia e estou à procura dela, pois gostaria muito de conhecê-la. Sou casado e tenho dois filhos. Sabemos que ela é natural de Santa Rosa - RS,
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 18h35
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Olímpiadas, esportes, vitórias e derrotas, e à margem deles...
Registros de 764 a. C. em cerâmica falam de jogos com oferendas a deuses na região de Olímpia que evoluiram por quase um século com introdução de várias modalidades esportivas que foram se desvirtuando em longas orgias e bacanais de pouca conotação esportiva até que Teodósio I, no século V d.C. acabou com elas. As olimpíadas foram ressuscitadas por Pierre de Coubertain em Atenas em 1896. Em St. Louis, em 1904 o primeiro escândalo de olimpíada, Frei Los, o primeiro a cruzar a linha de chegada da maratona, usou um automóvel, durante o percurso, que só foi descoberto pouco antes da entrega dos prêmios.Em Londres 1908, um italiano Pietri Dorando, entrou errado no estádio na chegada da maratona, teve de voltar para cumprir a reta final, não resistiu, caiu e foi ajudado pelos juizes, chegando em primeiro lugar. Foi desclassificado, porém ganhou uma taça de ouro da rainha Alexandra. Estocolmo, 1912-O índio norte-americano Jim Thorpe, foi campeão do pentatlo e do decatlo. Dois anos depois, por exigência do próprio Comitê Olímpico dos EUA, suas medalhas de ouro foram cassadas pela acusação de ser um profissional - por ignorância, havia recebido vinte dólares para jogar por uma equipe de baseball, um ano antes dos jogos. Em Antuérpia em 1916 os VI jogos olímpicos não foram realizados por causa da 1ª guerra mundial, mas foram contados. Os VII jogos realizaram-se na mesma cidade em 1920 e de especial daí para a frente, o juramento olímpico passou a fazer parte da cerimônia de abertura. Em Paris, 1924 -Johnny Weissmuller - que seria, como ator, o mais famoso Tarzan do cinema - ganhou suas primeiras primeiras medalhas de ouro na natação. Pela primeira vez vários eventos foram transmitidos ao vivo por rádios da Europa e EUA- Amsterdã, 1928 instituiu a chegada da tocha olímpica e o acender de uma pira na cerimônia de abertura. Los Angeles, 1932 -Acusado de profissionalismo, Paavo Nurmi foi impedido de tentar sua 4ª Olimpíada como campeão. Berlim, 1936- Os jogos transformaram-se num gigantesco instrumento de propaganda nazista com Hitler acompanhando de perto todos os detalhes da organização. Helsinki, 1952 - A URSS ingressa no mundo olímpico, estendendo ao campo do esporte, a "guerra fria". O maior nome dos jogos foi Emil Zatopek, apelidado de "a locomotiva humana". Tóquio, 1964 -Yoshinori Sakai, o atleta japonês que carregou a tocha olímpica na abertura, em Hiroshima no exato dia em que ali foi atirada a bomba atômica. Os japoneses o usaram como seu símbolo. Cidade do México, 1968 -300 mil estudantes e professores entraram em greve e, dez dias antes da festa de abertura, tropas do governo abriram fogo contra milhares de manifestantes matando centenas de jovens. Registrado o primeiro caso de doping: álcool. Munique, 1972 -Tragédia: o seqüestro e assassinato de 11 atletas de Israel por membros do grupo terrorista árabe Setembro Negro. Moscou, 1980 -Os jogos foram marcados pelo boicote proposto pelos EUA em protesto contra a invasão do Afeganistão pelos soviéticos. Não compareceram a Moscou delegações da Alemanha ocidental, Japão e vários outros países. Los Angeles, 1984 -Os jogos foram prejudicados pelo boicote soviético, que afastou 15 países socialistas das competições. Seul, 1988 -Em solidariedade à Coréia do Norte, que se afastou dos jogos por não lhe ser permitindo sediar parte deles, Cuba boicotou o evento. Barcelona, 1992 -Os Jogos foram realizados ainda que encontrasse o país-sede dividido entre espanhóis e catalães, exigindo o hasteamento de duas bandeiras e entoação de dois hinos diferentes na abertura. Atlanta, 1996 -Os 100 anos do Movimento Olímpico foram comemorados com a submissão dos membros do C O I à máquina norte-americana da Coca-Cola.. No campo das emoções, o então recordista mundial do salto em extensão, o norte-americano Mike Powell foi para o último salto contundido, mancando. Caiu de rosto na caixa de areia, entre lágrimas de dor e decepção, e nunca mais competiu. Uma explosão de uma bomba no Parque Olímpico fez Richard Jewell, policial, virar duas vezes notícia. Quando a bomba explodiu, resultando na morte de duas pessoas, ele tornou-se celebridade por salvar centenas de outras vítimas. Dois dias depois foi preso por ter colocado a bomba. Sydney, 2000 -Obras grandiosas em estilo futurista. Nikki Webster, menina de 13 anos, personagem central do espetáculo, simbolizou na praia, com aborígenes, um sonho que se transformara em lendas e história da Austrália. Os Australianos deram um espetáculo inesquecível de competência, amor ao esporte e cidadania.
. O velocista brasileiro Sanderlei Parrela foi liberado para disputa, depois de ter sido pego no exame antidoping. O nadador Eric Moussambani, da Guiné Equatoriana, tornou-se um símbolo. O atleta de 22 anos participou da 1ª eliminatória, bateria disputada com dois nadadores com os piores tempos, que queimaram na largada.. Sozinho na piscina, nadou ida e volta lentamente, mostrando a habilidade de quem aprendeu a nadar seis meses antes. Na competição foi primeira vez que nadou numa piscina de 50 metros. A cada braçada, os espectadores não paravam de aplaudir. Terminou nadando “cachorrinho” para não se afogar.. Ao sair da piscina, exausto, foi tratado pelo público como se fosse um dos campeões da casa. Maurren Maggi, brasileira, sentiu uma fisgada na coxa direita no começo de sua arrancada e sequer chegou a realizar o salto.
O britânico Chris Maddocks, com problemas no tendão-de-aquiles completou a marcha atlética dos 50 km uma hora depois do campeão. Foi aclamado pelos 94 mil espectadores do estádio. A queima de fogos, em tempo real que começou sobre o Estádio Olímpico prosseguiu até a Baía de Sydney, cruzando os céus da cidade por mais de trinta minutos, encerrou a cerimônia. Atenas, 2004 -Os jogos transcorreram sob o medo do terrorismo, pós derrubada das torres do World T Center. O atirador Matthew Emmons liderava a carabina três posições 50 m quando fez uma trapalhada. No último tiro, acertou o alvo de um vizinho. Perdeu. Na maratona, o ex-padre irlandês Cornelius Horan, derrubou o brasileiro Vanderlei C. de Lima, quando ele liderava a prova. Terminou em terceiro lugar. A Argentina quebrou um jejum de 52 anos sem ouro olímpico. Beijin -2008, a capital mais poluída do mundo, sem céu, paralisa fábricas poluidoras no entorno da cidade, derruba bairros inteiros sem indenização a muitos moradores, constrói o mais bonito estádio do mundo, o Ninho de Pássaro, o Cubo d’água, parque aquático, manda prender milhares de chineses que cospem ao longo das calçadas junto aos prédios (de longe parece um regato), engana o mundo com pegadas de fogos de artifício feitas dias antes, declara que quem canta o hino da China é uma menina feia e não a modelo (que maldade!) Feng Kun, Yang Hao, Liu Yanan, Li Shan e Wang Lina, titulares do volei chinês fazem propaganda da cerveja Yanjing. O gigante Yao Ming, é garoto-propaganda da concorrente Tsingtao, (álcool,um doping). Até Liu Xiang, atleta dos 110 m com barreiras que, machucado, não entrou na disputa, anuncia os cigarros Baisha. As preciosidades exóticas da comida chinesa (tidas como dopings) são afastadas de toda a área de competição. Pobre chinês não vê olimpíadas nem pela TV. Milhões de chineses ficam sem água que foi desviada para Beijin. Turista comprou no Mercado da Seda por 80 euros (R$ 192) um terno pirata Giorgio Armani, que ele espera que sobreviva à primeira lavada. Afinal, a máquina fotográfica que adquiriu na semana passada já pifou. O turismo na Pequim olímpica se apresenta como uma corrida com vários obstáculos. O quarto de hotel mais barato custa R$ 960,00. Compra-se bilhetes falsos nas proximidades do ginásio das mãos de cambistas, atividade que é crime na China. E olha que além de polícia há espiões do governo por todos os lados.Mas é inegável que venceu o espírito esportivo
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 14h15
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Niterói, águas escondidas em tupi reflete a visão dos indígenas que aqui habitavam e que tanto das praias e melhor ainda dos morros e montanhas que existem no perímetro da cidade viam a enseada, hoje com o nome de São Francisco, de recorte bem pronunciado escondendo as águas do Oceano Atlântico resguardando-as dos ventos fortes e das ondas bravas. A enseada é bem recortada com várias interrupções que propiciam a existência de várias praias, a maior e mais importante, a de Icaraí, topônimo também tupi cujo significado é de águas de remanso (I= água + cará=peixe + I=água - as águas do riacho faziam um remanso pelo aterramento da foz na ocasião de ondas fortes). Ao norte desta segue-se a praia das Flechas, que brinda o cidadão com o descortínio de micro ilhotas, uma mais afastada a dos Cardos e duas rasantes à areia, a Pedra do Índio e a Pedra da Itapuca, ita=pedra + puca=furada– esculpidas pelas ondas do mar e pelo vento – são lindas.No final desta praia temos um promontório de corte abrupto, uma pequena praia e uma ilha, quase uma península, todo o conjunto como o nome de Boa Viagem, onde se juntavam os portugueses para assistirem à partida de navios, em geral para Portugal, acenando-lhes com lenços e toalhas.

Ainda para o norte vem a praia de Gragoatá, corruptela de gravatá, de carauá= folha de espinho + ta= duro, uma bromeliácea comuníssima nas encostas da época do descobrimento; a praia é limitada por um forte de defesa militar com o mesmo nome da praia.

Ao sul de Icaraí, seguindo-a outra praia recebeu o nome devido à palavra latina Charitas=caridade, inscrita na porta de um cemitério de uma ordem religiosa. Jurujuba, outra praia; decompondo: juru= pescoço, juba=amarelo- das barbas louras dos piratas franceses que de 1555 a 1564 se estabeleceram na região negociando com os nativos.

A cidade é rica em topônimos tupis em outras praias, lagoas, morros, bairros, ruas e prédios. Tem sua porção de litoral Atlântico com praias acolhedoras e bairros exclusivamente residenciais onde tem duas grandes lagoas de água salobra – recebem águas de riachos e de chuva. Nelas se pesca tainhas, robalos carás bagres e camarões. Neste litoral há três ilhas, Pai, Mãe e Menina, ótimas para a caça submarina e abrigo de várias espécies de gaivotas, seus dormitórios, porque passam o dia fora buscando alimentos nos manguezais da Baía da Guanabara a grande água salgada que tem os municípios do Rio de Janeiro e Niterói confrontantes a partir da barra e outros mais ao fundo. Voltando a falar em fortes, existe um muito famoso na entrada da barra que é a Fortaleza de Santa Cruz de vários episódios históricos um dos mais recentes ter servido de prisão a comunistas em , um no alto do morro, denominado São Luis além de uma casamata em caverna aberta na rocha, abrigo de munição, e na praia de mar aberto os Forte Rio Branco, e o Forte de Imbui, imbu, ymb=árvore, planta + U= água, planta que dá água. Y é rio, portanto Imbui é rio dos imbus. Estes fortes são abertos à visitação pública. A cidade tem além destas construções centenárias outras de ordem religiosa, Igreja São Lourenço dos Índios com arquitetura jesuítica do século XVII, possui um retábulo-mor, um vigoroso trabalho de talha em madeira da primeira fase dos retábulos jesuíticos considerada monumento da fundação de Niterói; Igreja de São Francisco Xavier, sua construção data do século XVII, arquitetura colonial, possui imagem esculpida em pedra-sabão, atribuída à Aleijadinho. Igreja São Sebastião de Itaipu construída no século XVII com arquitetura em estilo colonial , possui um retábulo-mor, de linhas neoclássicas, todo em talha de madeira;
Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora com arquitetura em estilo gótico e árabe, abriga o maior Órgão de Tubos da América Latina e o quinto maior do mundo. Da atualidade com um conjunto de prédios projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer a orla da cidade a partir do centro traçou-se o Caminho Niemeyer a ser composto por 11 equipamentos urbanos: o Centro de Memória Roberto Silveira, cumprindo sua missão, a Fundação Oscar Niemeyer, o Museu Petrobras de Cinema, uma Catedral Batista, uma Catedral Católica, a nova Estação das Barcas no Centro, a Estação de Barcas de Charitas, funcionando, hidroviária que recebe catamarãs para transporte de passageiros até o centro do Rio o Teatro Popular, uma Capela Flutuante dedicada a Nossa Senhora do Líbano, a Praça JK, entregue ao público e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, o MAC, Museu de Arte Contemporânea no final da Praia de Boa Viagem, num promontório exibe-se a olhos extasiados do visitante. Seu formato lembra um disco voador com uma base pequena está levantado do solo como se estivesse chegando ou saindo para uma viagem cósmica.

A cidade é encantadora, simpática, amável quase sem a violência comum nas metrópoles, tanto que recebeu o epíteto de cidade-sorriso.
Sites de turismo de onde tirei as fotos: http://www.nitvista.com/ que oferece centenas de cartões para serem utilizados livremente
http://www.neltur.com.br/port/indice.htm - Oficial da cidade
http://www.nitideal.com.br/ - Turismo
Escrito por TESTES DO CHEGA MAIS às 20h41
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